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NICOLE PIOCHI
Capa do livro Deixe o sol entrar: uma mulher abre a janela para o pôr do sol, entre flores

O livro de estreia da Nicole

Deixe o
sol entrar

Uma história e um sopro de esperança para mães atípicas e mães de UTI.

R$ 59,90 · edição física ilustrada

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O que é este livro

Em dezembro, a menstruação atrasou. O teste de farmácia mostrou um segundo risco, bem leve. Depois, um ultrassom mudou as perguntas. Teresa nasceu em julho de 2020, em plena pandemia, e foi direto para o leito 18, a sala dos casos críticos. Foram seis meses ali, com a vida medida em gramas, exames e boletins.

Deixe o sol entrar é o registro desses meses, em 40 capítulos curtos, quase todos do tamanho de uma espera de corredor. Tem a nefrologista que desenha um rim em papel sulfite. Tem o primeiro colo, três semanas depois do parto. E tem o que quase nunca se conta: o casamento que segue acontecendo do lado de fora, o corpo que ninguém examina, a mulher que vai sumindo atrás da mãe.

Nicole não promete que dá tudo certo. Ela conta o que viveu, e deixa no ar a pergunta que ninguém tinha feito: quando a filha finalmente vem para casa, quem cuida de quem cuidou?

O aviso da própria Nicole

"Se está grávida, se ainda vai ser mãe de primeira viagem, se você é uma mãe ou um pai que está se preparando para uma possível passagem pela UTI com seu filho, não indico a leitura. Não faça imagens, as minhas imagens. Peço que ao menos viva o seu processo de parto, entre na UTI, tenha a sua experiência e só depois de um tempo acredito ser mais proveitoso. Esse manual de bolso vai te acompanhar, mas viva o seu momento primeiro."

Ilustração de uma mulher descendo a escada de casa com um teste de gravidez na mão

A descoberta

Um teste de farmácia, um segundo risco bem leve. Depois, um ultrassom que mudou as perguntas.

"Aquele dia me descolou da mesma realidade que eu vivia há 32 anos."

Ilustração de pais de máscara diante da incubadora na UTI neonatal

A UTI

Leito 18, sala dos casos críticos. A vida inteira medida em gramas e boletins.

"Quando a porta da UTI se fechou atrás de mim, algo em mim se abriu para sempre."

Ilustração de uma médica explicando um exame à mãe, ao lado da incubadora

O corpo médico

A nefrologista que desenha o rim em papel sulfite. Os cardiologistas que viram família. A ciência com nome e rosto.

"— Você é médica? — Não… sou mãe de UTI neonatal. Apenas isso."

UM DIA DE CADA VEZ. UM DIA DE CADA VEZ. UM DIA DE CADA VEZ. UM DIA DE CADA VEZ. UM DIA DE CADA VEZ. UM DIA DE CADA VEZ. 

Um trecho · do capítulo 12, "Sobre vencer todos os dias"

Numa dessas noites, com mais ou menos dois meses de UTI e Teresa quase de alta, acordei assustada, no meio da madrugada. Tive uma imagem, sangue. De manhã me vesti o mais rápido que pude e corri para o hospital.

Chegando lá, entrei direto na sala da UTI que ela estava. Era a sala 1, a mais tranquila, quase um lugar de transição para a alta. Mas a Teresa não estava bem. Ela estava pálida como papel, dormindo com um tubo enorme aquecendo a incubadora. Algo estava profundamente errado. Me pararam no caminho.

— O que aconteceu com a minha filha?

Tinham acontecido muitas coisas. Ela teve uma hemorragia gástrica grave durante a madrugada. A situação era crítica. Foi um dos dias mais difíceis. Eu podia perdê-la.

Falei com ela. De verdade. Olhei para minha filha e disse que ela podia escolher. Que, se quisesse ir, tudo bem. Que não se preocupasse comigo ou com o papai. Que daríamos conta. Mas, se ela decidisse ficar, eu prometi a ela uma vida incrível.

E como contar isso para a família? Para os amigos que achavam que ela estava quase recebendo alta? Como dizer que tínhamos dado 40 passos para trás?

O que veio depois está no livro.

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Para quem é

"Para mães e pais que enfrentam batalhas silenciosas. Para amigos e familiares que não sabem o que dizer, mas querem estar por perto. Para quem acredita que o amor é capaz de atravessar tudo."

E para profissionais de saúde que querem entender o outro lado da porta da UTI.

" Quando a enfermeira, já com ela no colo e pronta para levá-la, me perguntou se eu queria dar um beijo, beijei. E ela disse: — Dá mais um. Se eu soubesse… "

Do capítulo 2 — e o resto fica para o livro

Foto a produzir · Nicole sozinha, vertical (3:4), retrato de autora, fundo limpo

Quem escreveu

Nicole Piochi é mãe da Teresa e da Maria Antonia, escritora e orientadora parental. Escreveu este livro em várias fases, entre a UTI e a vida que veio depois. Nas palavras dela, "nasceu entre noites insones, boletins médicos, consultas, diagnósticos e alguns milagres".

Sobre a Nicole

Deixe o
sol entrar

R$ 59,90 · edição física

O que você leva:

— 40 capítulos curtos, para ler numa noite
— 44 ilustrações em ocre e amarelo
— compra direta na loja oficial da autora

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Ilustração de uma mulher caminhando por uma ponte de madeira em direção ao sol

Perguntas frequentes

O livro é indicado para quem está grávida?

A própria Nicole pede cuidado: se você está grávida ou se prepara para uma possível passagem pela UTI, ela sugere viver primeiro o seu processo e ler depois. O aviso completo, escrito por ela, abre o livro.

Quanto custa e onde compro?

R$ 59,90, na loja oficial da Nicole (InfinitePay). O botão de compra desta página leva direto para lá, e o frete aparece antes de você concluir o pedido.

É um livro só para mães atípicas?

Não. Nas palavras da Nicole, a mãe de UTI nem sempre é atípica, e a mãe atípica nem sempre passou por uma UTI, mas aqui cabem todas. Ele também foi escrito para pais, avós, amigos que não sabem o que dizer e profissionais de saúde.

Posso comprar em quantidade, para uma equipe de UTI?

Pode, e faz sentido: o livro nasceu dentro de uma. Para pedidos em quantidade, escreva pelo formulário de contato do site.

Pronta para deixar o sol entrar?

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